terça-feira, 22 de janeiro de 2013

#M1TO40Anos

Parabéns, Rogério Ceni!
Ídolo Tricolor!

Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net

Brazil creates tourist image bank for free-of-charge use worldwide

The Brazilian Tourism Board (Embratur) is currently bringing together images from all five regions of Brazil. The goal is to renew the image bank of Brazilian tourist attractions, focusing on the Sun and Beach, Ecotourism, Sports, Culture, Business and Events segments. In all, 25,000 new images will be made available free of charge, to be used in initiatives which promote the country as a tourist destination.

See the images in Embratur's Facebook Page

Brasil crea banco de imágenes turísticas que podrán ser usadas gratuitamente en todo el mundo

Embratur (Instituto Brasileño de Turismo) está captando imágenes de las cinco regiones de Brasil. El objetivo es renovar el banco de imágenes de los puntos turísticos brasileños, con enfoque en los segmentos Sol y Playa, Ecoturismo, Deporte, Cultura, Negocios y Eventos. En total, serán 25 mil nuevas imágenes, que podrán ser utilizadas gratuitamente en iniciativas de promoción del país como destino turístico.

Acceda aqui para ver las imágenes en la página de Embratur en Facebook.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Comunismo do Século XXI


Parece que há uma onda comunista na América Latina. Desde a ascensão de Hugo Chávez, na Venezuela, vários governos considerados de “esquerda” tem alcançado o poder no continente. Rafael Correa no Equador, os Kirchner na Argentina, Lula e sua sucessora, Dilma Rousseff, no Brasil, Evo Morales na Bolívia, entre outros.

Na América Hispânica, o renascimento comunista tem como origem uma suposta ressurreição dos ideais de Simón Bolívar.

No entanto, os ideais do socialismo parecem perdidos no bolivarianismo e comunismo latino-americano do século XXI.

Os governos “esquerdistas” tem cada vez mais a tendência de serem “de centro”.

O Brasil é um dos principais exemplos de tal tendência. Os rótulos “partido dos ricos” e “partido do povo” se perdem nas efetivas ações dos governos quando estão no poder. As diferenças entre os principais partidos são cada vez menores e ideologias políticas tem pouca ou nenhuma importância.

O governo esquerdista brasileiro, que alcançou o poder depois de diversas tentativas fracassadas, pouco fez de diferente dos governos anteriores (e pouco poderia fazer). Continuou o mesmo sistema. Até a privatização, condenada pela “esquerda” durante as eleições, com o nome de “concessão”, tem sido parte do programa econômico do governo.

Na Argentina, os esquerdistas empobreceram a nação maquiando números e apresentando uma rápida ascensão do patrimônio dos Kirchner.

Na Venezuela, o governo de Hugo Chávez enfrenta com unhas e dentes o domínio continental norte-americano, porém, vê na nação, que ele próprio denomina como demoníaca, o principal parceiro comercial e destino das importações petrolíferas do país. O petróleo gera receita, mas não riqueza. No auge da revolução, a Venezuela, com esmagador apoio ao presidente, apresenta racionamento de água, energia e, até mesmo, alimentos. Parece que a igualdade idealizada consiste em equiparar as classes aumentando os pobres ao invés de fazer o contrário.

No Equador, de Rafael Correa, se repetem os erros venezuelanos. As ações que demonstram que o governo é esquerdista se baseiam essencialmente no enfrentamento direto com as nações desenvolvidas, na perseguição aos meios de comunicação e na demonização da riqueza.

Neste cenário de muitas ideologias e poucas ações efetivas, eis que surge José Mujica, o presidente esquerdista do Uruguai.

Mujica tem um dos menores salários dentre os presidentes latino-americanos, são 260.000 pesos uruguaios (ou quase 12.000 dólares) mensais, dos quais 90% são doados para projetos sociais e para a manutenção de seu partido, o Movimento de Participação Popular (MPP).

Calcula-se que Mujica fique com apenas cerca de 1.500 dólares mensais. O mandatário uruguaio diz que esse dinheiro “dá e tem que dar porque há uruguaios que vivem com muito menos”.

O patrimônio declarado de José Mujica é 215.000 dólares, o que inclui um fusca velho e a casa onde vive num bairro rural da periferia de Montevidéu, chamado Rincón del Cerro.

Em dezembro de 2011, o líder uruguaio entregou, de seu próprio bolso, 152.000 dólares a um programa de casas populares e no inverno de 2012 abriu as portas da residência presidencial para os indigentes a fim de evitar mortos por hipotermia, como havia acontecido em 2011.

Enquanto isso, no Brasil, a “esquerda” continua esbanjando dinheiro público. E a “direita” também, que se diga com justiça. Os salários altos brutos ainda são acrescidos de diversas ajudas de custo: auxílio moradia, auxílio combustível, auxílio isso, auxílio aquilo. Os próprios parlamentares têm aumentado seguidamente os próprios, e já altos, salários muito acima da inflação. As denúncias de corrupção dos gabinetes dos governos federal, estaduais e municipais se proliferam como uma poderosa erva daninha social.

Precisamos de governos de “esquerda” ou “direita” que realmente sigam sua própria ideologia e sejam menos parecidos entre si, dando maior poder de escolha ao povo. Governos que vejam a política como meio de serviço e não meio de enriquecimento (muitas vezes, ilícito).

José Mujica é um exemplo de “esquerdista” que vive a “esquerda” e não apenas fala sobre ela e a usa como propagando política.  

Presidente uruguaio em seu fusca velho

domingo, 20 de janeiro de 2013

Lula vence o Troféu Algemas de Ouro - Corrupto do Ano

Luis Inácio Lula da Silva, ex-presidente


O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, venceu neste domingo, com 65,69% dos votos, o Troféu Algemas de Ouro, prêmio criado para eleger o político mais corrupto de 2012 e promovido pelo Movimento 31 de Julho, grupo anticorrupção que atua na internet.


O ex-senador Demóstenes Torres ficou com o segundo lugar, com 21,82% dos votos e Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, em terceiro, com 4,55%.


sábado, 19 de janeiro de 2013

Tudo é Normal


Geraldo Alckmin, Governador de São Paulo


Na última quinta feira, 17 de janeiro de 2013, a Rede Nossa São Paulo, divulgou os resultados de uma pesquisa na qual 91% dos paulistanos apontaram a cidade de São Paulo como nada ou pouco segura.

Para quem vive na cidade, os resultados da pesquisa não surpreenderam, o que surpreendeu foi a reação de Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, ao ser questionado sobre a pesquisa. De acordo com o governador, a sensação de insegurança da população é "normal".

Pode parecer estranho que um dos principais responsáveis pela manutenção do Estado mais rico e mais populoso do país, e isso inclui a segurança pública, faça declarações como esta.

No entanto, numa análise mais minuciosa, podemos nos perguntar: O que mais é normal em nossa sociedade?

Ele tem razão, a sensação de insegurança é normal. O paulistano aprendeu a andar com medo pelas ruas em determinados horários (senão em qualquer horário), a prestar atenção a movimentos suspeitos, a não sacar dinheiro em caixas eletrônicos, afinal de contas, cada dia é mais "normal" ouvir de roubos, assassinatos, roubos seguidos de morte. É "normal" ver drogados pelo centro. É "normal" ter um amigo que já foi assaltado. Tudo virou algo tão corriqueiro! 

Mas violência não é o único mal "normal" no Brasil.

Aprendemos a ouvir diariamente notícias sobre desvios de recursos públicos, corrupção. Tudo faz parte do nosso dia a dia, ou seja, é "normal". 

Convivemos com mortes por falta ou pelo péssimo atendimento nos hospitais e centros médicos públicos. Já é algo "normal".

Nossos jovens saindo da escola sem sequer saber ler, é "normal".

Realmente, o Sr. Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, está certo. Violência, corrupção, educação e saúde de péssima qualidade são "normais".

Não temos qualquer perspectiva de melhora, afinal, nossos políticos também acham "normal" e não dão a mínima importância para aqueles que neles votaram confiando na possibilidade de uma melhora, ainda que lenta e gradual. 

Apesar de toda essa "normalidade", não podemos culpar apenas os políticos. A maior responsabilidade referente à situação atual de nossa sociedade recai sobre a família. Este deveria ser o lugar onde os futuros cidadãos aprenderiam a viver numa sociedade mais justa, mais honesta e mais segura.

Porém, também é "normal" os pais machões ensinarem a seus filhos como se comportar numa discussão ou briga. É "normal", dar um pouco da própria bebida aos filhos. É "normal" ficar com o troco que veio a mais na compra do supermercado. É "normal" ouvir o filho dizer um palavrão e sorrir porque uma criança fala "bonito", "meigo".

Nossa sociedade só melhorará quando nossas famílias melhorarem. Somente alicerçando as famílias, teremos uma sociedade mais justa, uma cidade mais segura e, inclusive, políticos honestos e com real preocupação social. Enquanto isso, teremos que viver com a "normalidade" indiferente de Alckmin e outros que deveriam estar preocupados com os resultados da pesquisa e planejando meios de mudá-la.



Fontes: 

Apartidários são maioria no País pela primeira vez desde 1988


De acordo com pesquisa divulgada pelo Estado de São Paulo e realizada pelo Ibope, no final de 2012, 56% das pessoas disseram não ter preferência por nenhum partido, contra 44% que apontaram preferência partidária. Em 1988, 61% diziam ser simpatizantes de algum partido.

A perda de simpatizantes ocorreu em todas as legendas. Há menos petistas, tucanos, peemedebistas, democratas e pedetistas hoje do que há cinco anos.

Será coincidência ou as recentes denúncias de corrupção, inclusive entre políticos considerados "do povo" e a insatisfação geral são grandes responsáveis pelo resultado?